O Drulp não é um chatbot que dá ideias. É um agente que age: cria a meta, escreve o post na voz da marca e gera a imagem, cadastra o cliente, abre a cobrança e devolve o PIX copia-e-cola, cria a tarefa da equipe e manda o resumo da semana. Este documento mostra o que ele já faz em produção, os problemas reais que resolve, as métricas que passa a entregar e como ele se paga.
Todo pedido em linguagem natural — por texto, áudio ou imagem — vira ação real no sistema. O modelo decide quais ferramentas chamar e encadeia várias num pedido só. Cada ação executada aparece como um "chip" no chat, com rastro auditável no banco.
Escreve post, reel, carrossel e artigo na voz da marca; gera a imagem do post (com revisão por IA de visão); cria metas, registra métricas e acompanha o progresso.
CRM de contatos; bot de WhatsApp que atende o cliente final 24/7; abre cobrança e gera PIX copia-e-cola local (BR Code EMV, sem gateway); agenda compromissos.
Cria e move tarefas no kanban, distribui por responsável; guarda decisões na memória da empresa e busca depois; envia o digest semanal automático pro dono.
Diálogos reais no formato em que o Drulp opera. Uma frase do dono → o agente encadeia ações → o resultado aparece no sistema e volta explicado. Os exemplos usam uma agência de viagens só para ilustrar o nicho.
Um pedido, três ações encadeadas: a meta entra no painel de marketing com barra de progresso, o texto sai pronto no tom certo (ele consulta a voz da marca guardada na memória) e a imagem é gerada e conferida por uma IA de visão que valida ortografia e fidelidade antes de salvar. O que antes era “abrir o Canva + pensar a legenda + criar a planilha de meta” vira 20 segundos.
O Drulp cadastra o cliente se ele ainda não existe, abre a cobrança, atualiza o saldo do contato no CRM e devolve o PIX copia-e-cola gerado localmente — BR Code EMV com CRC16, sem depender de gateway e sem taxa por transação. É só mandar pro cliente.
O bot atende o cliente final direto no WhatsApp, com a persona da empresa: cordial, objetivo, nunca inventa preço ou horário que não tem (se não sabe, diz que verifica com a equipe) e usa a memória da empresa quando ajuda. Aqui ele respondeu fora do expediente e ainda agendou o atendimento — o compromisso já entra na agenda do painel.
Um agendador roda dentro do próprio servidor (sem cron externo). A cada minuto, de forma idempotente: cobranças vencidas viram “vencida” e disparam um lembrete cordial ao cliente; no dia do vencimento, um lembrete gentil; tarefas com prazo estourado viram “atrasada”; e o conteúdo agendado é publicado na hora certa. Aos domingos, ele gera e entrega o digest da semana.
Cada linha é uma dor concreta de quem toca um negócio enxuto — e o que muda quando o Drulp assume.
Porque tudo passa pelo sistema, o Drulp transforma a operação em números acompanháveis. Estes são os indicadores que ele naturalmente produz — por área. (Valores abaixo são ilustrativos de um mês típico de negócio enxuto.)
Os KPIs saem direto das tabelas que o agente alimenta (goals, content_items, charges, tasks, appointments, memories). Nada é digitado à parte — a métrica é subproduto do trabalho já feito.
Modelo ilustrativo para um negócio de serviços enxuto (faturamento ~R$ 30–40 mil/mês). As premissas estão explícitas para você ajustar ao seu caso — a ideia é mostrar de onde vem o retorno, não prometer número mágico.
| Fonte de valor | Premissa | Ganho / economia mês |
|---|---|---|
| Produção de marketing | 12 peças/mês que sairiam de um freelancer/social (~R$ 900) ou de 8h do dono | R$ 900 |
| Leads fora do horário | Bot atende 24/7 e recupera ~2 vendas/mês que esfriariam (ticket R$ 1.850, margem 20%) | R$ 740 |
| Recuperação de inadimplência | R$ 8.000 cobrados/mês, 15% vencem; a régua recupera metade mais cedo | R$ 600 |
| Zero taxa de gateway (PIX local) | ~R$ 8.000 em PIX/mês, economia de ~1% de taxa de intermediação | R$ 80 |
| Tempo do dono (gestão + digest) | ~6h/mês de organização e relatório poupadas (custo-hora R$ 60) | R$ 360 |
| Valor gerado por mês (soma das fontes acima) | R$ 2.680 | |
O motor de linguagem roda em provedor de baixo custo (respostas a fração de centavo) e a geração de imagem sai por poucos centavos cada, com teto de orçamento por empresa que bloqueia antes de estourar. O consumo de IA de um mês típico fica na casa de R$ 30–60.
Mesmo somando a mensalidade do serviço, o valor gerado (~R$ 2.680/mês) cobre o custo várias vezes. O retorno não vem de um item só — vem de marketing + vendas recuperadas + caixa + tempo empilhados.
Com esse perfil, o serviço se paga em questão de dias do mês. Cada venda de madrugada recuperada ou cada cobrança vencida que entra já cobre semanas de operação.
Resumo técnico honesto — o que já roda em produção e como.
Quando o usuário está logado, o modelo recebe as 11 ferramentas e roda um loop de até 4 rodadas: chama a ação, recebe o resultado, decide o próximo passo e só então escreve a resposta final em streaming. Cada ação vira um chip auditável na interface e um registro no banco.
Cada empresa tem sua memória de longo prazo (embeddings de 768 dimensões, busca por similaridade). É dela que sai a “voz da marca” e as decisões passadas — recuperadas via RAG e injetadas no contexto. Isolada por tenant.
O copia-e-cola é montado no próprio servidor no padrão BR Code (EMV) com CRC16-CCITT — sem gateway, sem taxa por transação, sem dependência externa. Basta a chave PIX cadastrada.
A arte é gerada e, antes de salvar, uma IA de visão confere fidelidade e ortografia e devolve uma nota de aprovação. Provedor e teto de custo escolhidos por empresa.
Roda dentro do processo (sem cron externo). A cada minuto varre cobranças e tarefas e publica conteúdo agendado; diariamente gera tarefas recorrentes; aos domingos, o digest. Tolerante a falha: um erro não derruba o loop.
Isolamento total por empresa, planos, provedores de IA por tenant, ledger de consumo com teto de orçamento, auditoria de alterações e um console de plataforma com KPIs, custos e saúde do sistema.